Quinta-feira, 13 de Agosto de 2020
Acad. Efetivos

 

Descrição: Luiz-Jos.jpgLuiz José da Silva – Cadeira 9 –

Nasceu em Pão de Açúcar/AL em 12/12/1955. Filho de Osvaldo Rodrigues da Silva e Divanete Ferreira da Silva.É Cidadão de Paulo Afonso. Graduado em Letras é Professor e Coordenador do Curso de Letras da Faculdade Sete de Setembro desde a sua criação em 2002. Antes, o professor Luiz criou a Semana do Modernismo, movimento cultural que foi realizado durante 19 anos e revelou muitos dos escritores de Paulo Afonso. Já na FASETE é o responsável pela criação do Festival Literário – FLIPA, realizado todos os anos pela Faculdade Sete de Setembro.

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Produção acadêmica/literária

Criação da Semana do Modernismo;

Criação do Festival Literário de Paulo Afonso – FLIPA – na FASETE

Descrição: Cadeira-9-Patrona-L-CIA-CORDEIRO.jpg

PATRONA - Professora Maria Lúcia Cordeiro de Carvalho.

Nasceu em Pesqueira/PE em 05 de Janeiro de 1943. Filha de Elias Cordeiro de Carvalho e Maria Amélia de Carvalho. Foi Professora e Coordenadora de Educação no Colégio Sete de Setembro.Foi membro fundadora da Academia de Letras de Paulo Afonso, ocupando a Cadeira Nº 9, da qual se tornou patrona.Faleceu em 29 de Outubro de 2006.

 

Descrição: Maciel.jpgMaciel Teixeira Lima – Cadeira 11 –

Nasceu em Campinhos município de Água Branca Alagoas, nascido em 28 de outubro de 1968. Filho de Manoel Teixeira Lima e Floracy dos Santos Lima..  Recebeu o Título de cidadão Paulo afonsino em abril de 2019 por participar de trabalhos voluntários em várias instituições filantrópicas da cidade e na participação do desenvolvimento econômico do comércio de Paulo Afonso.

Bacharel em Administração de Empresas, pela Faculdade Sete de Setembro (FASETE-2006), pós-graduado em Gestão Empresarial pela mesma instituição (2008). Mestre em Psicanálise, com ênfase em Saúde e Educação, pela UNIDERC. Graduando em psicologia. Atualmente é professor de Marketing de Relacionamentos. Tem experiência empresarial no varejo desde 1992, como diretor administrativo – Loja Milenium, em Paulo Afonso, Bahia. Palestrante e consultor empresarial nas áreas de Marketing, recursos humanos e motivação pessoal e empresarial.

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Produção acadêmica/literária

- O Matuto Empreendedor (2009)

- A dor da carência afetiva na visão psicanalítica (a ser lançado em 2019)

 

PATRONO – Abel Barbosa e Silva

Descrição: 11-A-ABEL-BARBOSA.jpgNasceu em Pesqueira/PE, em 03/06/1928. Chegou a Paulo Afonso em 3/9/1950. Foi vereador pelo Distrito de Paulo Afonso, em Glória de 1954 a 1958 e de Paulo Afonso por cerca de 20 anos. Foi Prefeito de Paulo Afonso duas vezes, administrando o município por um total de quase 8 anos. É o autor do Projeto de Lei que permitiu a Emancipação Política de Paulo Afonso, ocorrida em 28/07/1958. Desde 1984 é Cidadão de Paulo Afonso. Membro fundador da ALPA, cadeira 11, da qual se tornou patrono.

Faleceu em 26 de Abril de 2018, prestes a completar 90 anos

  

Descrição: fernandomota.jpgFernando Lucas Pessoa Mota - Cadeira 16 –

Nasceu em Tefé/AM em 26/10/1946, filho de Benício Mota e Alice Pessoa Mota, ambos falecidos. Tem se dedicado à produção poética com especial atenção aos acrósticos, feitos regularmente para homenagear pessoas e instituições ou ressaltar elementos da natureza. Entre os seus homenageados recentes estão a professora Sílvia Hora e o ex-prefeito e acadêmico da ALPA, Abel Barbosa e Silva.

 

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Produção acadêmica/literária

 

PATRONO – Gregório de Matos Guerra

Descrição: Cadeira-16-Greg-rio-de-Matos-Guerra.jpg

Nasceu em 23 de dezembro de 1636 na cidade de Salvador, Bahia. Filho de Maria da Guerra e Gregório de Matos, pertencia a uma família abastada cujo pai era um nobre português. Estudou no Colégio dos Jesuítas, na Bahia e, em 1691, formou-se em Direito em Coimbra, Portugal. Trabalhou como juiz, no entanto, sua grande paixão era a literatura. Retornou ao Brasil, exercendo os cargos de vigário-geral e tesoureiro-mor, entretanto, foi afastado por se recusar a usar batina.

Foi um dos maiores poetas brasileiros do período do Barroco. Além de poeta, Gregório foi advogado durante o período colonial.

É conhecido como o “Boca do Inferno”, sendo famoso por seus sonetos satíricos, donde ataca, muitas vezes, a sociedade baiana da época. Dono de uma personalidade rebelde, Gregório criticou diversos aspectos da sociedade, do governo e da Igreja Católica. Por esse motivo, foi perseguido pela Inquisição e condenado ao degredo em Angola no ano de 1694.

Faleceu com 59 anos dia 26 de novembro de 1696, na cidade de Recife. O motivo de sua morte está associado a uma febre que contraiu quando foi condenado ao degredo em Angola.

Obras e Características

A obra de Gregório de Matos reúne mais de 700 textos de poemas líricos, satíricos, eróticos e religiosos


 

Descrição: ivus.jpgIvus Conde Ideburque Leal (Ivus Leal) – Cadeira 17 –

Nasceu em Fortaleza, em 03/07/1940. Filho de Hélio Ideburque Carneiro Leal e Vicentina Ideburque Carneiro Leal. Casou-se com Josefana Maria Praciano Leal (in memoriam) e, em segundas núpcias com Hafra Bezerra Ideburque Leal, também já falecida.

Licenciado em História pela Universidade Católica de Petrópolis, onde lecionou em vários colégios. Em 1968 chegou a Paulo Afonso para trabalhar na Chesf, onde foi professor no COLEPA e no CFPPA. Seus textos têm sido publicados em jornais e revistas da região de Paulo Afonso e em vários livros.

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Produção acadêmica/literária

Folhetos Poéticos: - Desfrutando; Meninos, Meninos; Eco da Conservação; Sentimento Brasil; Descrições e Arremates; Pelo Sinal; Ousei Fazer Versos ao ver Abelhas e Colmeias.

Livros publicados: Temas, Dilemas, Cenas; Da Terra e de Outros Sentimentos; Bordejos Poéticos; Pelas Estradas da Vida; Versos Bonitos de Amor;

 

PATRONO – Jorge Amado

Descrição: Cadeira-17-Jorge-Amado.jpgJorge Leal Amado de Faria ou apenas Jorge Amado,

Nasceu em Itabuna/BA em 10/08/1912 e faleceu em Salvador/BA em 6/8/2001. Foi um dos mais famosos e traduzidos escritores brasileiros de todos os tempos. Integrou os quadros da intelectualidade comunista brasileira desde o final da primeira metade do século XX - ideologia presente em várias obras, como a retratação dos moradores do trapiche baiano em Capitães da Areia, de 1937. Em 1995, já descrente dos resultados práticos do comunismo, deixa o PCB despejando fortes críticas à ideologia comunista.

Jorge Amado é o autor mais adaptado do cinema, do teatro e da televisão. Verdadeiros sucessos como Dona Flor e Seus Dois Maridos, Tenda dos Milagres, Tieta do Agreste, Gabriela, Cravo e Canela e Tereza Batista Cansada de Guerra foram criações suas.

A obra literária de Jorge Amado – 49 livros, ao todo – também já foi tema de escolas de samba por todo o País. Seus livros foram traduzidos em 80 países, em 49 idiomas, bem como em braille e em fitas gravadas para cegos.

Jorge foi superado, em número de vendas, apenas por Paulo Coelho. Mas em seu estilo - o romance ficcional -, não há paralelo no Brasil. Em 1994, a sua obra foi reconhecida com o Prémio Camões.

 

Descrição: Nery.jpgFrancisco Nery da Silva Júnior - Cadeira 18 –

Nasceu em Salvador em 17/09/1947. Filho de Francisco Nery da Silva e Eunice Antônia da Silva. Formado pelo Instituto de Letras da Universidade Católica do Salvador, é diplomado pela Associação Cultural Brasil-Estados Unidos. Tem formação na língua inglesa, em Salvador Bahia, e curso de aperfeiçoamento realizado na Universidade Saint Thomas em Houston, Texas, onde foi aprovado no TOEFOL (Test of English as a Foreign Language). Realizou curso de treinamento da Língua Inglesa na cidade de Worcester, Massachusetts, e atuou como intérprete em Jacksonville na Flórida. Também lê fluentemente o idioma francês, com curso de aperfeiçoamento na Universidade Católica de Toulouse na França em 2019. Foi Professor do COLEPA e Professor de Inglês no CETEPI-1, já aposentado. 

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Produção acadêmica/literária

Mantém coluna semanal de crônicas em sites www.folhasertaneja.com.br e www.pa4.com.br  e mensal no jornal Folha Sertaneja de Paulo Afonso.

 

PATRONO - Anísio Spínola Teixeira

Descrição: Cadeira-18-An-sio-Teixeira.jpgNasceu em Caetité/BA em 12/07/1900 e faleceu no Rio de Janeiro em 11/03/1971. Foi um jurista, intelectual, educador e escritor brasileiro. Personagem central na história da educação no Brasil, nas décadas de 1920 e 1930, difundiu os pressupostos do movimento da Escola Nova, que tinha como princípio a ênfase no desenvolvimento do intelecto e na capacidade de julgamento, em preferência à memorização. Reformou o sistema educacional da Bahia e do Rio de Janeiro, exercendo vários cargos executivos. Foi um dos mais destacados signatários do Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova, em defesa do ensino público, gratuito, laico e obrigatório, divulgado em 1932. Fundou a Universidade do Distrito Federal, em 1935, depois transformada em Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil.

Na ideia de uma educação integral e uma educação para todos, expressa por Anísio Teixeira foi a concepção de educação que permeou os escritos e a obra de Anísio Teixeira, está a base de sua atuação como educador e sua contribuição para a educação no Brasil, que alguns consideram importante até hoje.

 

Descrição: gorete.jpgMaria Gorette Moreira - Cadeira 19 –

Nasceu em Triunfo/PE em 12.02.1958. Filha de Luiz Gonzaga da Silva e 

Maria Emília da Silva.

Recebeu o título de Amiga da cidade de Paulo Afonso em 7 de dezembro de 1992 e o de Cidadã de Paulo Afonso no dia 10 de dezembro de 1994.

Graduada em Pedagogia, Direito e Psicanálise Clínica. Pós graduada em Supervisão Educacional, Direito Processual, (inacabado), Contabilidade e Auditoria . Tem mestrado em Ciências da Educação. Vasta experiência na área da educação em Paulo Afonso e cidades da região. Foi Secretária de Educação do Município de Santa Brígida;BA. Foi gestora da UNOPAR e hoje dirige a UNISA, universidades à distância. Foi uma das ativas coordenadores da Semana do Modernismo, durante 19 anos. É Secretária Administrativa da Câmara Municipal e presidente da Associação Comercial de Paulo Afonso. Escritora, poetisa.

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Produção acadêmica/literária

Fragmento de um Ponto de Partida" – 1ª Edição - Semana do Modernismo de 1988; Coletânea de Poesias - Semana do Modernismo de 1992; 1º Lugar Concurso de Redação - Exército Brasileiro  - Paulo Afonso 1990; Editoriais no Jornal Forquilha; Participação da Coletânea  "O Colégio Stella Maris de Triunfo: muito além de um patrimônio material "  - 2019; Fragmentos de um Ponto de Partida - 2a.Edição - 2018 (a ser lançado);

Em andamento: - Caminho para a Luz (fatos reais) e Paulo Afonso, Bahia: do Outro Lado do Espelho

 

PATRONO – Ruy Barbosa de Oliveira

Descrição: Cadeira-19-Rui-Barbosa.jpgNasceu em Salvador, 5 de novembro de 1849 e faleceu em Petrópolis, em 1 de março de 1923. Destacou-se como jurista, advogado, político, diplomata, escritor, filólogo, jornalista, tradutor e orador. Um dos intelectuais mais brilhantes do seu tempo, foi designado por Deodoro da Fonseca como representante do nascente governo republicano, tornando-se um de seus principais organizadores, além de coautor da constituição da Primeira República juntamente com Prudente de Moraes. Ruy Barbosa atuou na defesa do federalismo, do abolicionismo e na promoção dos direitos e garantias individuais.

Foi o primeiro ministro da Fazenda do regime instaurado em novembro de 1889. Ruy Barbosa foi também deputado e senador.

Notável orador e estudioso da língua portuguesa, foi membro fundador da Academia Brasileira de Letras (1897), ocupando a cadeira n.º 10, e seu presidente entre 1908 e 1919. Como delegado do Brasil na II Conferência da Paz, em Haia (Holanda, 1907), notabilizou-se pela defesa do princípio da igualdade dos estados. Sua atuação nessa conferência lhe rendeu o epíteto "O Águia de Haia". Teve papel decisivo na entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial. Já no final de sua vida, foi indicado para ser juiz do Tribunal Mundial, um cargo de enorme prestígio, que recusou.

Foi candidato à Presidência da República, na chamada "campanha civilista", contra o militar Hermes da Fonseca. Apesar de ser considerado um ícone do republicanismo brasileiro, Ruy Barbosa se desencantou com o sistema político que ajudou a implementar.


 

Descrição: Janio.jpgJânio Ferreira Soares – Cadeira 20 -

Nasceu em Paulo Afonso em 21/07/1958, filho de Cecília e Tenente Zé da Silva. Cresceu numa casa sombreada por umbuzeiros e tamarineiros na cidade de Glória, hoje submersa nas águas do mesmo rio que lhe lambia as costas. É casado com Valéria e pai de Luiza, Júlia e Juca.

Jânio Soares é Secretário de Cultura e Esportes do município de Paulo Afonso

 

 

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Produção acadêmica/literária

Desde 2006 escreve quinzenalmente no jornal A TARDE, de Salvador e é colaborador do site Bahia em Pauta (www.bahiaempauta.com.br) e da coluna Literatura, do site Bahia Notícias

(http://www.bahianoticias.com.br/cultura/literatura.html).

 

PATRONO - João Ubaldo Osório Pimentel Ribeiro

Descrição: Cadeira-20-Jo-o-Ubaldo-Ribeiro.jpgNasceu na Ilha de Itaparica/BA em 23 de janeiro de 1941 e faleceu no Rio de Janeiro em 18 de julho de 2014. Foi escritor, jornalista, cronista, roteirista e professor brasileiro, formado em direito e membro da Academia Brasileira de Letras. Foi ganhador do Prêmio Camões de 2008, maior premiação para autores de língua portuguesa. Ubaldo Ribeiro teve algumas obras adaptadas para a televisão e para o cinema, além de ter sido distinguido em outros países, como a Alemanha. É autor de romances como Sargento Getúlio, O Sorriso do Lagarto, A Casa dos Budas Ditosos, que causou polêmica e ficou proibido em alguns estabelecimentos, e Viva o Povo Brasileiro, tendo sido, esse último, destacado como samba-enredo pela escola de samba Império da Tijuca, no Carnaval de 1987. Era pai do ator e apresentador Bento Ribeiro.


Descrição: jotaluna.jpg

Jotalunas Rodrigues Barros - Cadeira 21 -

Nasceu em Serra Talhada/PE em 15/11/1963. Filho de João Rodrigues Barros e Maria de Lourdes Barros. É Cidadão de Paulo Afonso onde mora há 40 anos. Bacharel em Letras pela FASETE, é especializado em Cultura Popular.

Foi condecorado com o título de cônsul pela Associação Internacional dos Poetas Del Mundo, com sede no Chile, como representante do Estado da Bahia. Foi Diretor de Cultura e Turismo de Glória/BA

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Produção acadêmica/literária

Criou o projeto Na Mala do Poeta tem Poesia de Todo Jeito que realiza, desde 2007, oficinas em escolas da rede municipal das cidades onde o projeto é apresentado com show musical e recital de poesias nas praças públicas. Desse projeto resultaram dois livros de antologias poéticas e um CD. Publicou o livro Correntes de Algodão(poesias), em 2013.

 

PATRONO - Antônio Frederico de Castro Alves

Descrição: Cadeira-21-Ant-nio-de-Castro-Alves.jpgNasceu na Fazenda Cabaceiras, Freguesia de Curralinho, Vila de Nossa Senhora do Rosário do Porto da Cachoeira, em 14 de março de 1847 e faleceu em Salvador, em 6 de julho de 1871. Foi um poeta brasileiro.[9] Escreveu clássicos como Espumas Flutuantes e Hinos do Equador que lhe alçaram à posição de maior entre seus contemporâneos, bem como versos de poemas como Os Escravos, A Cachoeira de Paulo Afonso e Gonzaga que lhe valeram epítetos como "poeta dos escravos" e "poeta republicano" por Machado de Assis, ou descrições de ser "poeta nacional, se não mais, nacionalista, poeta social, humano e humanitário", no dizer de Joaquim Nabuco, de ser "o maior poeta brasileiro, lírico e épico", no dizer de Afrânio Peixoto, ou ainda de ser o "apóstolo andante do condoreirismo" e "um talento vulcânico, o mais arrebatado de todos os poetas brasileiros", no dizer de José Marques da Cruz). Integrou o movimento romântico, fazendo parte no país daquilo que os estudiosos chamam de "terceira geração romântica".

Começou sua produção maior aos dezesseis anos de idade, e seus versos de Os Escravos foram iniciados aos dezessete (1865), com ampla divulgação no país onde eram publicados nos jornais e declamados, ajudando a formar a geração que viria a conquistar a abolição. José de Alencar disse dele, quando ainda em vida, que "palpita em sua obra o poderoso sentimento de nacionalidade, essa alma que faz os grandes poetas, como os grandes cidadãos". Ao lado de Luís Gama, Nabuco, Ruy Barbosa e José do Patrocínio, destacou-se na campanha abolicionista "em especial, a figura do grande poeta baiano Castro Alves". Teve por maiores influências os escritores românticos Victor Hugo, Lord Byron, Lamartine, Alfred de Musset e Heinrich Heine. 


Descrição: gecildo.jpg

Gecildo Queiroz Lima – Cadeira 22 -

Nasceu em Paulo Afonso-BA em 27 de Agosto de 1975. Filho de Amarino Teixeira Lima. Edecilda Queiroz Lima.

Despertou o interesse pela leitura e pela escrita. O escritor, que dá aulas de redação em cursinhos, pode ser encontrado em uma esquina de rua ou no Supermercado Suprave, com uma mesinha e um banquinho vendendo seus livros.

 

 

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Produção acadêmica/literária

Jardins da Hipocrisia (poemetos e aforismos) (2ª ed. 2011).

Rua da Frente (memórias) (2012)

Melhorar Incomoda (crônicas) (2013)

Se Contar Ninguém Acredita (humor) (2016)

 

Descrição: Cadeira-22-Dias-Gomes.jpgPATRONO - Alfredo de Freitas Dias Gomes mais conhecido pelo sobrenome Dias GomesNasceu em Salvador, em 19 de outubro de 1922 e faleceu num acidente automobilístico em São Paulo em 18 de maio de 1999. Filho de Alice Ribeiro de Freitas Gomes e Plínio Alves Dias Gomes, um engenheiro, fez o curso primário no Colégio Nossa Senhora das Vitórias, dos Irmãos Maristas, e iniciou o secundário no Ginásio Ipiranga. Em 1935, mudou-se com a família para o Rio de Janeiro, onde prosseguiu o curso secundário no Ginásio Vera Cruz e posteriormente no Instituto de Ensino Secundário. Em 1943, ingressou na Faculdade de Direito do Rio de Janeiro, abandonando o curso no terceiro ano.

Foi um romancista, dramaturgo, autor de telenovelas e membro da Academia Brasileira de Letras. Também conhecido pelo seu casamento com a também escritora Jenete Stocco Emmer (Janete Clair).

Foi no ambiente radiofônico que Dias Gomes travou contato pela primeira vez com aquela que viria a se tornar sua primeira esposa, a então desconhecida Jenete (Janete Clair). Com ela casou-se em 13 de março de 1950, teve os filhos: Alfredo Dias Gomes, Guilherme Dias Gomes, Marcos Plínio (falecido) e Denise Emmer. Viúvo de Janete Clair, que morrera um ano antes, em 1984 Dias casa-se com a atriz Bernadeth Lyzio, com quem tem duas filhas: Mayra Dias Gomes (escritora) e Luana Dias Gomes. 


Descrição: rrubinho.jpg

Rubervânio (Rubinho) Lima - Cadeira 23 -

Nasceu em Paulo Afonso em 04/01/1979. Filho de ¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬ Miguel Pereira Lima (in memorian) e Maria Gizélia da Cruz Lima. É graduado em Letras pela FASETE, com especialização em Estudos Literários pela Universidade Estadual de Feira de Santana/BA e pós-graduação em Gestão Cultural pelo SENAC. Foi Gestor Cultural do Território de Itaparica, atividade da Secretaria de Cultura do Governo da Bahia. É proprietário da Editora Oxente onde desenvolve de projetos produção de publicações e atividades de webdesign.

 

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Produção acadêmica/literária

Lampião, Cangaço e Cordel (2013); Regionalismo Sertanejo (2011); Conversas do Sertão (2009); Outras Conversas do Sertão (2012); A felicidade é uma gaiola aberta (2013); Idades Urgentes – contos (2016).

 

PATRONO - Luís José Junqueira Freire

Descrição: Cadeira-23-Junqueira-Freire.jpgNasceu em Salvador, Bahia, no dia 31 de dezembro de 1832. Faleceu em Salvador, Bahia, de problemas cardíacos, no dia 24 de junho de 1855.

Cursou o Liceu Provincial de Salvador. Com 19 anos, inconformado com os problemas que o cercavam resolveu se refugiar na vida religiosa entrando para o Mosteiro de São Bento. Depois de um ano de sacerdócio, sem vocação, a vida de clausura no mosteiro provocou no jovem um grande conflito existencial. A vida clerical lhe pareceu terrível, sobretudo uma espécie de atração pela morte que o angustiava. Em 1853, Junqueira Freire pediu a secularização, que lhe permitiria afastar-se da ordem mesmo permanecendo sacerdote por força dos votos perpétuos. Em 1854, após receber a autorização, voltou para casa.

Em 1855, Junqueira Freire escreveu “Inspirações do Claustro”, o testemunho das experiências pessoais vividas no convento, cheias de dúvidas e ilusões.

Junqueira Freire fez parte da geração de poetas que mais se destacaram na segunda fase do Romantismo. É patrono da Cadeira nº. 25 da Academia Brasileira de Letras.


 

Descrição: cleonice.jpgMaria Cleonice de Souza Vergne – Cadeira 24

Nasceu em 12/08/1954. Filha de Manoel Almerindo Vergne e Corintha de Souza Vergne.

Possui doutorado em Arqueologia pela Universidade de São Paulo - USP (2004), mestrado em História pela Universidade Federal de Pernambuco - UFPE (1990) e graduação em História pela Universidade Federal de Sergipe - UFS (1983). É professora adjunta da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), no Curso de Bacharelado em Arqueologia, em Paulo Afonso-BA. É Coordenadora de Pesquisa do Centro de Arqueologia e Antropologia de Paulo Afonso/CAAPA.

Dentre os muitos trabalhos que deixa para a Ciência os no Sítio Justino, em Canindé do São Francisco, Sergipe, antes do enchimento da Barragem de Xingó que resultaram na criação do Museu Arqueológico de Xingó – MAX e os Sítios Arqueológicos dos povoados Rio do Sal, Mão Direita, Malhada Grande e outros no município de Paulo Afonso registrados no livro Pedras Pintadas, feito em parceria com Juracy Marques.

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Produção acadêmica/literária

Dentre os muitos trabalhos que deixa para a Ciência está o que desenvolveu no Sítio Justino, em Canindé do São Francisco, Sergipe, antes do enchimento da Barragem de Xingó que resultaram na criação do Museu Arqueológico de Xingó – MAX e os Sítios Arqueológicos dos povoados Rio do Sal, Mão Direita, Malhada Grande e outros no município de Paulo Afonso registrados no livro Pedras Pintadas, feito em parceria com Juracy Marques.

 

PATRONO - Ariano Vilar Suassuna

Descrição: Cadeira-24-Ariano-Suassuna.jpgNasceu na cidade de Parahyba, atual João Pessoa, em 16 de junho de 1927 e faleceu no Recife, em 23 de julho de 2014, de parada cardíaca.

Filho de Rita de Cássia Dantas Villar e João Suassuna. Seu pai era então o presidente do estado da Paraíba. Ariano nasceu nas dependências do Palácio da Redenção, sede do Executivo paraibano. No ano seguinte, o pai deixa o governo da Paraíba, e a família passou a morar no sertão, na Fazenda Acauã, em Sousa.

Com a Revolução de 1930, João Suassuna foi assassinado por motivos políticos no Rio de Janeiro, e a família mudou-se para Taperoá, onde morou de 1933 a 1937. Nessa cidade, Ariano fez seus primeiros estudos e assistiu pela primeira vez a uma peça de mamulengos e a um desafio de viola, cujo caráter de "improvisação" seria uma das marcas registradas também da sua produção teatral.

O próprio Ariano Suassuna reconhecia que o assassinato de seu pai, ocupava posição marcante em sua inquietação criadora. No discurso de posse na Academia Brasileira de Letras, disse:

“Posso dizer que, como escritor, eu sou, de certa forma, aquele mesmo menino que, perdendo o pai assassinado no dia 9 de outubro de 1930, passou o resto da vida tentando protestar contra sua morte através do que faço e do que escrevo, oferecendo-lhe esta precária compensação e, ao mesmo tempo, buscando recuperar sua imagem, através da lembrança, dos depoimentos dos outros, das palavras que o pai deixou”. (Ariano Suassuna, em seu discurso de posse na Academia Brasileira de Letras, 9 de agosto de 1990). 

Foi um dramaturgo, romancista, ensaísta, poeta e professor brasileiro.

Idealizador do Movimento Armorial e autor das obras Auto da Compadecida e O Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta, foi um preeminente defensor da cultura do Nordeste do Brasil. Em 1973 Prémio Nacional de Ficção

Foi Secretário de Cultura de Pernambuco (1994-1998) e Secretário de Assessoria do governador Eduardo Campos até abril de 2014.


Descrição: jean.jpg Jean Roubert Félix Netto - Cadeira 25

Nasceu em Paulo Afonso em 09/02/1974. Filho de Regivaldo Gonçalves de Siqueira Netto e Eunice Félix de Souza Netto.

Graduado em Direito pela Faculdade de Caruaru-PE, com aprovação na OAB/BA e em Teologia pela Faculdade Metodista do Sertão. Pós-graduado em Direito Público (Constitucional, Administrativo e Tributário) pela Estácio de Sá – RJ e em Gestão Pública e Empresarial pela FABAC-Salvador e em Política e Estratégia pela ADESG; Mestrando em Ecologia Humana e Gestão Socioambiental pela UNEB. Professor Titular da UNEB, Colegiado de Direito, Campus VIII, Paulo Afonso-BA, desde 2010; Analista Judiciário do Tribunal de Justiça da Bahia, em Paulo Afonso-BA. Vereador em Paulo Afonso-BA, para legislatura de 2017 a 2020.

 

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Produção acadêmica/literária

Reflexões Jurídicas em Temas Socioambientais (2012) com Sandro Gomes, edição promovida pela Academia de Letras de Paulo Afonso – ALPA

 

PATRONO - Graciliano Ramos de Oliveira

Descrição: Cadeira-25-Graciliano-Ramos.jpgNasceu em Quebrangulo/AL, em 27 de outubro de 1892 e faleceu no Rio de Janeiro, em 20 de março de 1953. Foi um romancista, cronista, contista, jornalista, político, militante comunista e memorialista brasileiro do século XX, mais conhecido por sua obra Vidas Secas (1938).

Nascido numa grande família de classe média, viveu os primeiros anos de sua infância migrando para diversas cidades da Região Nordeste do Brasil. Trabalhou como jornalista na cidade do Rio de Janeiro, onde escreveu para O Malho e Correio da Manhã, até regressar para o Nordeste em 1915, devido tragédia familiar em que perdeu quatro irmãos. Fixou-se na cidade de Palmeira dos Índios, onde casou-se, e em 1927 foi eleito prefeito, cargo que exerceu por dois anos. Logo, voltou a escrever e publicou seu primeiro romance, Caetés (1933). Vivendo em Maceió durante a maior parte da década de 1930, trabalhou na Imprensa Oficial e publicou São Bernardo (1934). Foi preso na capital alagoana em março de 1936, acusado de ser militante comunista. Esse incidente o inspiraria a publicar duas de suas principais obras: Angústia (1936) e o texto "Baleia", que daria origem à Vidas Secas em 1938. Já na década de 1940, ingressou no Partido Comunista do Brasil ao lado do militar e político Luís Carlos Prestes. Nos anos posteriores realizaria viagens a países europeus, incluindo a União Soviética em 1952. Morreu em 20 de março do ano seguinte, aos 60 anos, no Rio de Janeiro. Suas obras póstumas notáveis incluem Memórias do Cárcere, a crônica Viagem e o livro de contos Histórias de Alexandre.

Tradutor de obras em inglês e francês e honrado com diversos prêmios em vida, a obra de Graciliano Ramos recebeu riqueza da crítica literária e atenção do mundo acadêmico. Seu romance modernista também conhecido como regionalista Vidas Secas é visto como um clássico da literatura brasileira. 





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