Quinta-feira, 13 de Agosto de 2020
Acadêmicos Correspondentes


Descrição: edsonmendes.jpgEdson Mendes de Araujo Lima – Cadeira 26

Nasceu em Paulo Afonso-BA, em 16/09/1952. Filho de Eva Rita de Lima e Pedro Araujo Mendes. Estudou no IMEAPS onde concluiu o ginásio em 1968. Mestre em Gestão Organizacional e Desenvolvimento Humano, Fundação Visconde de Cairu, Salvador-BA. Bacharel em Direito, SCES, Caruaru-PE. Pós-graduado em Finanças e Marketing pela PUC-Rio, e em Administração pela UFPE, com aperfeiçoamento e extensão em Gestão Estratégica no INSEAD, França e em Marketing Global na Georgiatech, Atlanta, USA; em Gerencia de Marketing, na FGV-Rio e em Relações Internacionais e em Ciência Política, na UnB. Poeta, escritor, professor, coach nas áreas de Administração, Educação, Ética, Formação de Líderes e Formação de Educadores.

Consultor e docente da Universidade Corporativa Banco do Brasil. Ex-Secretário-Geral da UBE - União Brasileira de Escritores. É membro da Academia de Letras de Paulo Afonso, Cadeira Nº 26.

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Produção acadêmica/literária

Em 29.1.2018 recebeu o Prêmio Edmir Domingues, da Academia Pernambucana de Letras, por sua obra “Quase Poesia quase faina quase”.      

Obras publicadas: Gestão de Resultados, BB/Recife: BB, 1990; Relatório MBA-BB/UFPE, Recife: BB, 1994;Cadernos de Atualização, Brasília: BB, 1997; Encontro de Capacitação, Recife: BB, 1997; Gestão Estratégica, Salvador: FVC, 2003;Pluralidade da Gestão nas Organizações, Salvador: FVC, 2006; Antologia de Artes e Reinações, Recife: Ed. do Autor, 1994; Peleja dos estudantes do BB c/os Professores da PUC do Rio de Janeiro/cordel, Rio: Ed. do Autor, 1999; Pedro Barbosa/cordel, Recife: Ed. Coqueiro, 2016.

Tem textos publicados nos jornais: Jornal O MONITOR, Garanhuns-PE, Jornal O SÉCULO, Garanhuns-PE; Jornal FOLHA SERTANEJA, Paulo Afonso-BA; Jornal BAHIA NOTÍCIAS, Salvador-BA; Jornal CARPE DIEM, edições do Autor, Salvador-BA, Recife-PE; Revista da Academia de Letras de Paulo Afonso; Revista da Academia de Letras de Garanhuns (no prelo), além de coletâneas, orelhas e prefácios em várias publicações desde o ano de 2001, sendo as últimas: Raimundo Carrero 70. Diversos. Recife, 2019; Conexões Atlanticas. Diversos. Lisboa, 2019 e UBE 60 anos. Recife, 2019.

Prontas para serem lançadas as obras: Quase Poesia, poesia: Memorial do Raso da Catarina, poesia; A Regra do Jogo, poesia. E outras 10 produções a que chama de “obras em progresso”.

 

PATRONO – João Cabral de Mello Neto

Descrição: Cadeira-26-Patrono-Joao-Cabral.jpgNasceu no Recife em 9 de janeiro de 1920 e faleceu no Rio de Janeiro em 9 de outubro de 1999. Foi um poeta e diplomata brasileiro. Sua obra poética, que vai de uma tendência surrealista até a poesia popular, porém caracterizada pelo rigor estético, com poemas avessos a confessionalismos e marcados pelo uso de rimas toantes, inaugurou uma nova forma de fazer poesia no Brasil. É considerado o maior poeta de língua portuguesa por escritores como Mia Couto. Foi agraciado com vários prêmios literários, entre eles o Prêmio Neustadt, tido como o "Nobel Americano", sendo o único brasileiro galardoado com tal distinção, e o Prêmio Camões. Quando morreu, em 1999, especulava-se que era um forte candidato ao Prêmio Nobel de Literatura. Irmão do historiador Evaldo Cabral de Mello e primo do poeta Manuel Bandeira e do sociólogo Gilberto Freyre, João Cabral foi amigo do pintor Joan Miró e do poeta Joan Brossa. Foi casado com Stella Maria Barbosa de Oliveira, com quem teve os filhos Rodrigo, Inez, Luiz, Isabel e João. Casou-se em segundas núpcias, em 1986, com a poetisa Marly de Oliveira. O escritor foi membro da Academia Pernambucana de Letras e da Academia Brasileira de Letras. 


 

Descrição: alcivandes.jpg27 – Alcivandes Santos Santana – Cadeira 27

Nasceu em Paulo Afonso em 30/06/1971. Filho de Joaquim Francisco de Santana e Maria Glória Santos Santana (ambos in memoriam).

Licenciado em História pelo Centro de Ensino Superior de Arcoverde – CESA, é especialista em Turismo e Desenvolvimento Sustentável pela UNEB e em História do Nordeste pelo Centro de Ensino Superior do Vale do São Francisco – CESVASF. Professor de História do Nordeste e Teorias da História, já atuou no Programa UNEB 2000 em Paulo Afonso e Jeremoabo, na Rede Estadual de Ensino da Bahia e na Faculdade Luís de França. Já foi Secretário de Educação de Santa Brígida/BA. É membro da Academia de Letras de Paulo Afonso, Cadeira Nº 27.

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Produção acadêmica/literária

Teve artigos publicados em revistas acadêmicas como a RIOS, da FASETE e escreveu os livros:

 O Messianismo de Pedro Batista e a Cultura Popular em Movimento (Edição do autor – 1ª Ed- 2011 – 2ª Ed. Editora Oxente - 2018); Madrinha Dodô – 20 anos de Saudades (Editora Oxente - 2018); Cultura Popular e Patrimônio a Serviço do Turismo (Editora Oxente - 2019);

 

PATRONO – Antônio Gonçalves da Silva (Patativa do Assaré)

Descrição: Cadeira-27-Patativa-do-Assar.jpgNasceu em Assaré/CE em 5 de março de 1909 e faleceu em Assaré/CE em 8 de julho de 2002. Foi um poeta popular, compositor, cantor e improvisador brasileiro

Uma das principais figuras da música nordestina do século XX. Segundo filho de uma família pobre que vivia da agricultura de subsistência, cedo ficou cego do olho direito por causa de uma doença. Com a morte de seu pai, quando tinha oito anos de idade, passou a ajudar sua família no cultivo das terras. Aos doze anos, frequentava a escola local, em qual foi alfabetizado, por apenas alguns meses. A partir dessa época, começou a fazer repentes e a se apresentar em festas e ocasiões importantes. Por volta dos vinte anos recebeu o pseudônimo de Patativa, por ser sua poesia comparável à beleza do canto dessa ave.

Ia constantemente à Feira do Crato onde participava do programa da Rádio Araripe, declamando seus poemas. Numa destas ocasiões é ouvido por José Arraes de Alencar que, convencido de seu potencial, lhe dá o apoio e o incentivo para a publicação de seu primeiro livro, Inspiração Nordestina, de 1956.

Este livro teria uma segunda edição com acréscimos em 1967, passando a se chamar Cantos do Patativa. Em 1970 é lançada nova coletânea de poemas, Patativa do Assaré: novos poemas comentados, e em 1978 foi lançado Cante lá que eu canto cá. Os outros dois livros, Ispinho e Fulô e Aqui tem coisa, foram lançados respectivamente nos anos de 1988 e 1994.

Obteve popularidade a nível nacional, possuindo diversas premiações, títulos e homenagens (tendo sido nomeado por cinco vezes Doutor Honoris Causa). No entanto, afirmava nunca ter buscado a fama, bem como nunca ter tido a intenção de fazer profissão de seus versos. Patativa nunca deixou de ser agricultor e de morar na mesma região onde se criou (Cariri) no interior do Ceará. Seu trabalho se distingue pela marcante característica da oralidade. Seus poemas eram feitos e guardados na memória, para depois serem recitados. Daí o impressionante poder de memória de Patativa, capaz de recitar qualquer um de seus poemas, mesmo após os noventa anos de idade.

A transcrição de sua obra para os meios gráficos perde boa parte da significação expressa por meios não-verbais (voz, entonação, pausas, ritmo, pigarro e a linguagem corporal através de expressões faciais, gestos) que realçam características expressas somente no ato performático (como ironia, veemência, hesitação, etc.). A complexidade da obra de Patativa é evidente também pela sua capacidade de criar versos tanto nos moldes camonianos (inclusive sonetos na forma clássica), como poesia de rima e métrica populares (por exemplo, a décima e a sextilha nordestina). Ele próprio diferenciava seus versos feitos em linguagem culta daqueles em linguagem do dia a dia (denominada por ele de poesia "matuta"). 


 

Descrição: marcos-antonio.jpgMarcos Antônio Lima – Cadeira 28

Nasceu em Paulo Afonso-BA em 16/08/1969. Filho de Sebastião Pedro de Lima e Cândida Pereira Lima.

É escritor e acadêmico, ocupante da Cadeira Nº 22 da ALAS - Academia Literária do Amplo Sertão Sergipano. Ex-radialista, já trabalhou nas Rádios Cultura e Bahia Nordeste, de Paulo Afonso. É também imortal da Academia de Letras de Paulo Afonso, cadeira Nº28.

 

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E-mail - marcospoesialima@outlook.com

Whatsapp – 75 98854-7971

Website - http://marcosalima.com.br.

Produção acadêmica/literária

Marcos tem participação em várias antologias: Encontro com a palavra, Antologia Fênix da Logos, Abrindo Alas (ALAS), II Encontro de Escritores Canindeenses e Convidados (ACLAS), I Encontro de Escritores Monte-alegrenses & Convidados, 1ª Antologia de Escritores Aracajuanos e Convidados e Revista da Academia de Letras de Paulo Afonso (2019).

É autor das obras poéticas: Amor em Versos e Reversos (Ed. Scortecci/SP – 2001), Jardim de Árida Poesia (Ed. Kazuá/SP – 2016) e Aquarela Poética (Ed. Lumia/Monte Alegre de Sergipe – 2017) e os romances: Um Homem à sombra do seu destino (Edição do Autor – 2018); De Gameleira à Colônia – uma saga nordestina (Edição do Autor – 2019)

 

PATRONO – Tobias Barreto

Descrição: Cadeira-28-Tobias-Barreto.jpgNasceu na Vila de Campos do Rio Real (atual cidade de Tobias Barreto, Sergipe) em 7 de junho de 1839 e faleceu no Recife em 26 de junho de 1889. Foi um filósofo, poeta, crítico e jurista brasileiro e fervoroso integrante da Escola do Recife, um movimento filosófico de grande força calcado no monismo e evolucionismo europeu. Foi o fundador do condoreirismo brasileiro e patrono da cadeira 38 da Academia Brasileira de Letras.

Influenciado pelo espiritualismo francês, passa para o naturalismo de Haeckel e Noiré em 1869, com o artigo Sobre a religião natural de Jules Simon. Em 1870, Tobias Barreto passa a defender o germanismo contra o predomínio da cultura francesa no Brasil. Nessa época, influenciado pelos alemães, começa, autodidaticamente, a estudar a língua alemã e alguns de seus autores, com o objetivo de reformar as ideias filosóficas, políticas e literárias.

Sua biblioteca tinha cerca de 437 livros dos quais 102 eram alemães, após sua morte foi comprada pelo governo de Pernambuco que as encaminhou para Faculdade de Direito do Recife.

Fundou na cidade de Escada, próxima ao Recife, onde morou por 10 anos, o periódico Deutscher Kämpfer (em português, Lutador Alemão) que teve pouca repercussão e curta existência.

Tobias Barreto escreveu ainda Estudos Alemães, importante trabalho para a difusão da germanística, mas que foi duramente criticado, por se tratar apenas, segundo alguns, de uma paráfrase de autores alemães.

Iniciou o movimento denominado condoreirismo hugoano na poesia brasileira.

O seu nome consta da lista de colaboradores da Revista de Estudos Livres (1883-1886) dirigida por Teófilo Braga. 


Descrição: jaime.jpgJaime Jacson Gomes da Silva – Cadeira 29

Nasceu em Paulo Afonso 22 de outubro de 1951. Filho de José Freire da Silva e Jovelina Gomes da Silva.

Desde os oito anos já cantava nas escolas e programas de calouros. O filho de “seu” José Freire, do Abrigo, vereador que chegou à presidência da Câmara, fez de tudo que é arte. Foi mágico, hipnotizador, cantor e fez bonito no I Festival Estudantil de Música, o FEMPA, classificando-se em 2º lugar com a música sua e do amigo Edson Mendes, “Terra Vermelha”, uma exaltação à sua cidade de Paulo Afonso. Ninguém lembra da música classificada em 1º lugar. Há mais de 30 anos acompanhou a família para Santos/SP, mas nunca esqueceu suas raízes. Ali, foi ator no filme “Dani, um Cachorro muito Vivo”. Continua músico e escritor de vários livros e se mantém como corretor de imóveis.  É jornalista e imortal da Academia de Letras de Paulo Afonso, cadeira Nº 29.

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Produção acadêmica/literária

Continua produzindo músicas e cantando e escreveu os livros:

Contos, Casos e Coincidências, com histórias de Paulo Afonso (1ª Ed. 2008. 2ª Ed. 2012. 3ª Ed. 2013 - Editora Comunicar. Santos/SP); Histórias de um Corretor de Imóveis (Editora Polobooks/SP ; 2016); Depressão: a dor que eu desconhecia (Editora Polobooks/SP ; 2018)

 

PATRONO – José Lins do Rego Cavalcanti

Descrição: Cadeira-29-Jose-Lins-do-Rego.jpgNasceu em Pilar/PB em 3 de junho de 1901e faleceu no Rio de Janeiro em 12 de setembro de 1957. Foi um escritor brasileiro que, ao lado de Graciliano Ramos, Érico Veríssimo, Rachel de Queiroz e Jorge Amado, figura como um dos romancistas regionalistas mais prestigiosos da literatura nacional. Segundo Otto Maria Carpeaux, José Lins era "o último contador de histórias.” Seu romance de estreia, Menino de Engenho (1932), foi publicado com dificuldade, todavia logo foi elogiado pela crítica. José Lins escreveu cinco livros a que nomeou "Ciclo da cana-de-açúcar", numa referência ao papel que nele ocupa a decadência do engenho açucareiro nordestino, visto de modo cada vez menos nostálgico e mais realista pelo autor: Menino de Engenho (1932), Doidinho (1933), Bangüê (1934), O Moleque Ricardo (1935), e Usina (1936). Sua obra regionalista, contudo, não se encaixa somente na denúncia sócio-política, mas, como afirmou Manuel Cavalcanti Proença, igualmente em sua "sensibilidade à flor da pele, na sinceridade diante da vida, na autenticidade que o caracterizavam."

José Lins nasceu na Paraíba; seus antepassados, que eram em grande parte senhores de engenho, legaram ao garoto a riqueza do engenho de açúcar que lhe ocupou toda a infância. Seu contato com o mundo rural do Nordeste lhe deu a oportunidade de, nostalgicamente e criticamente, relatar suas experiências através das personagens de seus primeiros romances. Lins era ativo nos meios intelectuais. Ao matricular-se em 1920 na Faculdade de Direito do Recife ampliou seus contatos com o meio literário de Pernambuco, tornando-se amigo de José Américo de Almeida (autor de A Bagaceira). Em 1926, partiu para o Maceió, onde se reunia com importantes nomes, Graciliano Ramos, Rachel de Queiroz, Aurélio Buarque de Holanda e Jorge de Lima. Quando partiu para o Rio de Janeiro, em 1935, conquistou ainda mais a crítica e colaborou para a imprensa, escrevendo para os Diários Associados e O Globo.

É atribuída a José Lins do Rego a invenção de um novo romance moderno brasileiro. O conjunto de sua obra é um marco histórico na literatura regionalista por representar o declínio do Nordeste canavieiro. Alguns críticos acreditam que o autor ajudou a construir uma nova forma de escrever fundada na "obtenção de um ritmo oral", que foi tornada possível pela liberdade conquistada e praticada pelos modernistas de 1922. Sua magnum opus, Fogo Morto (1943), é vista como o "romance dos grandes personagens." Massaud Moisés escreveu que esta obra-prima de José Lins "é uma das mais representativas não só da ficção dos anos 30 como de todo o Modernismo." 


Descrição: edvaldo.jpg

Edvaldo Francisco do Nascimento - Cadeira 30

Nasceu em Paulo Afonso-BA. Filho de

Doutorando em Educação pela Universidade Federal de Pernambuco - UFPE. Possui Mestrado em Educação Brasileira pela Universidade Federal de Alagoas (2012), Especialização em Psicopedagogia pela Universidade do Estado da Bahia (2003), graduação em Pedagogia pela Universidade do Estado da Bahia (2002). Atualmente é professor das redes estadual de ensino do Estado de Alagoas e do município em Delmiro Gouveia. Como pesquisador tem atuado nos seguintes temas: Educação, História da Educação, Desenvolvimentismo em Educação, Educação e Cultura no Sertão. Também pesquisa a trajetória do industrial Delmiro Augusto da Cruz Gouveia. É membro imortal da ALPA, cadeira Nº 30

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Produção acadêmica/literária

Publicou a obra Delmiro Gouveia e a Educação na Pedra (2012), analisando processos educacionais nos sertões do Nordeste.

 

PATRONO – Jorge de Lima

Descrição: Cadeira-30-Jorge-de-Lima.jpgNasceu em União dos Palmares/AL em 23 de abril de 1893 e faleceu no Rio de Janeiro em 15 de novembro de 1953. Foi um político, médico, poeta, romancista, biógrafo, ensaísta, tradutor e pintor brasileiro. Viria a se consagrar como autor de um vasto poema em dez cantos com uma diversidade enorme de formas, ritmos e intertextos - Invenção de Orfeu (1952).  Voltou para Maceió em 1915 onde se dedicou à medicina, além da literatura e da política. Quando se mudou de Alagoas para o Rio, em 1930, montou um consultório na Cinelândia, transformado também em ateliê de pintura e ponto de encontro de intelectuais. Reunia-se lá gente como Murilo Mendes, Graciliano Ramos e José Lins do Rego. Nesse período publicou aproximadamente dez livros, sendo cinco de poesia. Também exerceu o cargo de deputado estadual, de 1918 a 1922. Com a Revolução de 1930 foi levado a radicar-se definitivamente no Rio de Janeiro. Em 1939 passou a dedicar-se também às artes plásticas, participando de algumas exposições. Em 1952, publicou seu livro mais importante, o épico Invenção de Orfeu. Em 1953, meses antes de morrer, gravou poemas para o Arquivo da Palavra Falada da Biblioteca do Congresso de Washington, nos Estados Unidos. 

 

Descrição: oscar.jpg31 - Oscar Silva Ferreira – Cadeira 31

Nasceu em Paulo Afonso-BA em .... Filho de ___

Desde cedo vem se dedicando à música, tendo participado do Programa Coliseu Show, nos primeiros tempos. É o autor do Hino de Paulo Afonso, produzido em parceria com a esposa Wilma Rodrigues. Optou pela música gospel – evangélica e tem centenas de composições, muitas delas gravadas por cantores de renome nacional. Seu primeiro disco, de vinil, chamava-se Voo Livre e foi um grande sucesso na época. Já gravou vários CDs.

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Produção acadêmica/literária

Hino de Paulo Afonso e centenas de composições que gravou em vários LPs e CDs e também gravadas por outros cantores evangélicos, como ele.

 

Descrição: Cadeira-31-Manuel-Bandeira.jpgPATRONO – Manuel Carneiro de Sousa Bandeira Filho

Nasceu no Recife em 19 de abril de 1886 e faleceu no Rio de Janeiro em 13 de outubro de 1968. Foi um poeta, crítico literário e de arte, professor de literatura e tradutor brasileiro.

É considerado como parte da geração de 1922 do modernismo no Brasil. Seu poema "Os Sapos" foi o abre-alas da Semana de Arte Moderna. Juntamente com escritores como João Cabral de Melo Neto, Gilberto Freyre, Clarice Lispector e Joaquim Cardozo, entre outros, representa o melhor da produção literária do estado de Pernambuco.

No Rio de Janeiro, para onde viajou com a família, em função da profissão do pai, engenheiro civil do Ministério da Viação, estudou no Colégio Pedro II (Ginásio Nacional, como o chamaram os primeiros republicanos). Foi aluno de Silva Ramos, de José Veríssimo e de João Ribeiro, e teve como condiscípulos Álvaro Ferdinando Sousa da Silveira, Antenor Nascentes, Castro Menezes, Lopes da Costa, Artur Moses.

Em 1903, terminou o curso de Humanidades, a família se muda para São Paulo, onde iniciou o curso de arquitetura na Escola Politécnica de São Paulo, que interrompeu por causa da tuberculose (1904). Para se tratar buscou repouso em Campanha, Teresópolis e Petrópolis. Com a ajuda do pai que reuniu todas as economias da família foi para a Suíça, onde esteve no Sanatório de Clavadel, onde permaneceu de junho de 1913 a outubro de 1914, onde teve como colega de sanatório o poeta Paul Eluard. Em virtude do início da Primeira Guerra Mundial, volta ao Brasil. Ao regressar, iniciou na literatura, publicando o livro "A Cinza das Horas", em 1917, numa edição de 200 exemplares, custeada por ele mesmo. Dois anos depois, publica seu segundo livro, "Carnaval".

Em 1935, foi nomeado inspetor federal do ensino. Em 1936 foi publicada a "Homenagem a Manuel Bandeira", coletânea de estudos sobre sua obra, assinada por alguns dos maiores críticos da época, alcançando assim a consagração pública. De 1938 a 1943, foi professor de literatura no Colégio D. Pedro II. Foi eleito para a Academia Brasileira de Letras, onde foi o terceiro ocupante da cadeira 24, cujo patrono é Júlio Ribeiro. Sua eleição ocorreu em 29 de agosto de 1940, sucedendo Luís Guimarães Filho, e foi recebido pelo acadêmico Ribeiro Couto em 30 de novembro de 1940.

Posteriormente, nomeado professor de Literaturas Hispano-Americanas na Faculdade de Filosofia da Universidade do Brasil, cargo do qual se aposentou, em 1956.

Manuel Bandeira faleceu no dia 13 de outubro de 1968, com hemorragia gástrica, aos 82 anos de idade, no Rio de Janeiro, e foi sepultado no túmulo 15 do mausoléu da Academia Brasileira de Letras, no Cemitério São João Batista. 


 

Descrição: telma.jpgMaria Telma Barbosa Aciole de Lima(Thelma Acioly) - Cadeira 32 

A filha de _______________Nasceu no Sertão da Bahia, em Paulo Afonso, em 02/01/1952 e criada dentro de uma Vila de área de segurança nacional. As ruas dentro da vila eram denominadas pelas letras do abecedário. Morava na antiga Rua D número 21. Essa Vila era cercada por um muro de pedras, com 2 metros de altura. Ela achava que o mundo se resumia ali dentro.  Um dia, essa menina ganhou o mundo e viu que o mundo era bem maior do que ela pensava. Costuma dizer que é escritora, pra dominar seus anjos e demônios.

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Produção acadêmica/literária

Livros- Um rio que mora em mim e A moça do brinco de rubi. Presença nas Bienais do Livro de Paulo Afonso de  2014 e 2016 e no FLIP- Rio de Janeiro, é imortal da Academia de Letras de Paulo Afonso, cadeira Nº 32.

 

PATRONO – Rachel de Queiroz

Descrição: Cadeira-32-Rachel-de-Queiroz.jpgNasceu em Fortaleza em 17 de novembro de 1910 e faleceu no Rio de Janeiro em 4 de novembro de 2003. Foi uma tradutora, romancista, escritora, jornalista, cronista prolífica e importante dramaturga brasileira.

Autora de destaque na ficção social nordestina. Foi a primeira mulher a ingressar na Academia Brasileira de Letras. Em 1993, foi a primeira mulher galardoada com o Prêmio Camões. Ingressou na Academia Cearense de Letras no dia 15 de agosto de 1994, na ocasião do centenário da instituição.

Rachel era filha de Daniel de Queiroz Lima e Clotilde Franklin de Queiroz, descendente pelo lado materno da família de José de Alencar.

Em 1915, após uma grande seca, muda-se com seus pais para o Rio de Janeiro e logo depois para Belém do Pará. Retornou para Fortaleza dois anos depois.

Em 1925 concluiu o curso normal no Colégio da Imaculada Conceição. Estreou na imprensa no jornal O Ceará, escrevendo crônicas e poemas de caráter modernista sob o pseudônimo de Rita de Queluz. No mesmo ano lançou em forma de folhetim o primeiro romance, História de um Nome.

Aos dezenove anos, ficou nacionalmente conhecida ao publicar O Quinze (1927), romance que mostra a luta do povo nordestino contra a seca e a miséria. Demonstrando preocupação com questões sociais e hábil na análise psicológica de seus personagens, destaca‐se no desenvolvimento do romance nordestino.

Começa a se interessar em política social em 1928-1929 ao ingressar no que restava do Bloco Operário Camponês em Fortaleza, formando o primeiro núcleo do Partido Comunista Brasileiro. Em 1933 começa a dissentir da direção e se aproxima de Lívio Xavier e de seu grupo em São Paulo, lá indo morar até 1934. Milita então com Aristides Lobo, Plínio Mello, Mário Pedrosa, Lívio Xavier, se filiando ao sindicato dos professores de ensino livre, controlado naquele tempo pelos trotskistas.

Depois, viaja para o norte em 1934, lá permanecendo até 1939. Já escritora consagrada, muda-se para o Rio de Janeiro. No mesmo ano foi agraciada com o Prêmio Felipe d'Oliveira pelo livro As Três Marias. Escreveu ainda João Miguel (1932), Caminhos de Pedras (1937) e O Galo de Ouro (1950).

Foi presa em 1937, em Fortaleza, acusada de ser comunista. Exemplares de seus romances foram queimados. Em 1964, apoiou a ditadura militar que se instalou no Brasil. Integrou o Conselho Federal de Cultura e o diretório nacional da ARENA, partido político de sustentação do regime.

Lançou Dôra, Doralina em 1975, e depois Memorial de Maria Moura (1992), saga de uma cangaceira nordestina adaptada para a televisão em 1994 numa minissérie apresentada pela Rede Globo. Exibida entre maio e junho de 1994 no Brasil, foi apresentada em Angola, Bolívia, Canadá, Guatemala, Indonésia, Nicarágua, Panamá, Peru, Porto Rico, Portugal, República Dominicana, Uruguai e Venezuela, sendo lançada em DVD em 2004.

Publicou um volume de memórias em 1998. Transforma a sua "Fazenda Não Me Deixes", propriedade localizada em Quixadá, estado do Ceará, em reserva particular do patrimônio natural. Morreu em 4 de novembro de 2003, vítima de problemas cardíacos, no seu apartamento no Rio de Janeiro, dias antes de completar 93 anos.

Durante trinta anos escreveu crônicas para a revista semanal O Cruzeiro e com o fim desta para o jornal O Estado de S. Paulo. Recebeu dezenas de prêmios pelas suas obras.

Foi eleita para a Academia Brasileira de Letras em 4 de agosto de 1977 Foi a primeira mulher a ingressar na ABL. 


Descrição: luzi.jpgLuiz Ruben Ferreira de Alcântara Bonfim - Cadeira 33

Nasceu no Recife/PE. Filho de

Formado em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco - UFPE (1982). Pós-graduado em Turismo e Desenvolvimento Sustentável pela Universidade do Estado da Bahia UNEB (2004). Constante colaborador na área cultural do município de Paulo Afonso, tendo implantado o projeto cultural com Jotalunas (poeta local): Na Mala do Poeta tem Poesia de todo Jeito. É pesquisador dos temas ferrovia e cangaço e já publicou 20 livros. É curador de exposições itinerante sobre os 90 anos da passagem da Coluna Prestes e 120 anos de Canudos. É membro imortal da ALPA, cadeira Nº 33

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Produção acadêmica/literária

Dentre os livros publicados estão: Estrada de Ferro Paulo Afonso 1882-1964; - Estrada de Ferro Paulo Afonso - Sua Origem; Estrada de Ferro Central de Pernambuco; Lampião e a Maria Fumaça, (coautoria de Antonio Amaury Corrêa de Araujo); Lampeão Conquista a Bahia; O Bronze do Imperador e a Cachoeira de Paulo Afonso. 

 

PATRONO – José Martiniano de Alencar

Descrição: Cadeira-33-Jos-de-Alencar.jpgNasceu em Messejana/CE em 1 de maio de 1829 e faleceu no Rio de Janeiro em 12 de dezembro de 1877) foi um escritor e político brasileiro. É notável como escritor por ter sido o fundador do romance de temática nacional, e por ser o patrono da cadeira fundada por Machado de Assis na Academia Brasileira de Letras, embora nunca tenha sido nomeado como membro desta Academia.

Nascido de uma relação ilegítima e considerada escandalosa à época, visto que seu pai era sacerdote da igreja Católica, teve sua paternidade reconhecida através de uma "Escritura de Reconhecimento e Perfilhação de Filhos Espúrios" em 1859, que registrava que "o padre José Martiniano de Alencar, já sendo clérigo de Ordens Sacras, contraiu amizade ilícita e particular com dona Ana Josefina de Alencar, sua prima no primeiro grau, e dela tem tido desde aquele tempo até doze filhos". José de Alencar foi o primogênito do casal, e seu apelido em casa era Cazuza.

Seu pai, que seria senador e, posteriormente, governador do estado do Ceará, transferiu-se para a capital do Império do Brasil, o Rio de Janeiro, e José de Alencar, então com onze anos, foi matriculado no Colégio de Instrução Elementar. Em 1844, matriculou-se nos cursos preparatórios à Faculdade de Direito de São Paulo, começando o curso de direito em 1846.

Fundou, na época, a revista Ensaios Literários, onde publicou o artigo questões de estilo. Formou-se em direito, em 1850, e, em 1854 estreou como folhetinista no Correio Mercantil. Casou-se com Georgiana Augusta Cochrane (1846-1913), com quem teve seis filhos, entre eles o escritor Mário de Alencar e o embaixador Augusto Cochrane de Alencar.

Em 1856, publicou o primeiro romance, Cinco Minutos, seguido de A Viuvinha em 1857. Mas é com O Guarani em 1857 que alcançou notoriedade. Estes romances foram publicados todos em jornais e só depois em livros.

José de Alencar foi mais longe nos romances que completam a trilogia indigenista: O Guarani (1857), Iracema (1865) e Ubirajara (1874). O primeiro fala sobre o amor do índio Peri com a mulher branca Ceci. O segundo, epopeia sobre a origem do Ceará, tem como personagem principal a índia Iracema, a "virgem dos lábios de mel" e "cabelos tão escuros como a asa da graúna". O terceiro tem por personagem Ubirajara, valente guerreiro indígena que durante a história cresce em direção à maturidade.

Em 1859, tornou-se chefe da Secretaria do Ministério da Justiça, sendo depois consultor do mesmo. Em 1860, ingressou na política, como deputado provincial no Ceará, sempre militando pelo Partido Conservador (Brasil Império). Em 1868, tornou-se ministro da Justiça, ocupando o cargo até janeiro de 1870. Em 1869, candidatou-se ao senado do Império, tendo o Imperador D. Pedro II do Brasil não o escolhido por ser muito jovem ainda. Produziu também romances urbanos (Senhora, 1875; Encarnação, escrito em 1877, ano de sua morte e divulgado em 1893), regionalistas (O Gaúcho, 1870; O Sertanejo, 1875) e históricos (Guerra dos Mascates, 1873), além de peças para o teatro.

Viajou para a Europa em 1877, para tentar um tratamento médico, porém não teve sucesso. Faleceu no Rio de Janeiro no mesmo ano, vitimado pela tuberculose. Machado de Assis, que esteve no velório de Alencar, impressionou-se com a pobreza que a família Alencar vivia. 


Descrição: rafa.jpgHelison Rafael Nascimento Silva – (Rafael Neto) Cadeira 34

Nasceu em Aracaju em 21/09/1991, filho de 

mas logo começou a correr pelo mundo. Em Sobradinho, na Bahia, quando tinha apenas 8 anos, assombrou a Professora Geralda, da Escola Paulo Pacheco ao escrever sobre os 500 anos do Brasil. Em Paulo Afonso, onde viveu muitos anos com o avô conhecido como Poeta de Cristo, também foi revelação na arte da poesia, no Colégio Carlina e ficou conhecido como Poeta Rafael Neto. Ganhou uma viola do empresário, hoje membro honorário da ALPA, Sebastião Leandro de Morais e não parou mais. É membro da Academia de Letras de Paulo Afonso, Cadeira Nº 34, para onde foi eleito com apenas 24 anos.

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Produção acadêmica/literária

Escreveu  “Não sou poeta matuto, sou cientista das rimas”, já na terceira edição outros dois  livros de poesias e já fez mais de 80 folhetos de cordel, vários DVDs. Vive cantando pelo Brasil afora.

 

PATRONO – Rogaciano Bezerra Leite

Descrição: Cadeira-34-Rogaciano-Leite.jpgNasceu no Sitio Cacimba Nova, Itapetim/PE em 1 de julho de 1920 e faleceu no Rio de Janeiro em 7 de outubro de 1969. Foi poeta e jornalista brasileiro.

Filho dos agricultores Manoel Francisco Bezerra e de Maria Rita Serqueira Leite, Rogaciano Leite iniciou a carreira de poeta-violeiro aos 15 anos de idade, quando desafiou, na cidade paraibana de Patos, o cantador Amaro Bernadino.

Em seguida, o poeta seguiu para Rio Grande do Norte, onde conheceu e iniciou amizade com o renomado poeta recifense Manuel Bandeira. Aos 23 anos de idade mudou-se para Caruaru, agreste pernambucano, onde apresentou um programa diário de rádio.

De Caruaru, seguiu para Fortaleza, onde tornou-se bancário e casou-se com Maria José Ramos Cavalcante, natural de Aracati, que a conhece ainda quando aluna do Colégio Estadual Liceu do Ceará, com quem teve seis filhos: Rogaciano Leite Filho, Anita Garibaldi, Roberto Lincoln, Helena Roraima, Rosana Cristina e Ricardo Wagner.

Ingressou na Maçonaria no dia 14 de julho de 1951, através da Loja Direito e Liberdade, de Fortaleza.

Em 1968 deixou o Brasil para uma temporada na França e outros países da Europa. Na Rússia, deixou gravado, em monumento na Praça de Moscou, o poema Os Trabalhadores.

Alguns dos poemas mais conhecidos de Rogaciano Leite são Acorda Castro Alves, Dois de Dezembro, Poemas escolhidos, Os Trabalhadores, Eulália e Aos críticos.

Rogaciano Leite foi, ainda, jornalista. Ingressou na Faculdade de Filosofia do Ceará no ano de 1955, onde formou-se em Letras Clássicas três anos depois.

Faleceu no Hospital Souza Aguiar, no Rio de Janeiro no dia 7 de outubro de 1969. O corpo foi trazido para Fortaleza através do jornal “A Folha”, acompanhado pela jornalista Neuza Coelho.

Em dezembro de 2007 foi lançado em Pernambuco, na cidade de Itapetim, pela jornalista Tacianna Lopes o documentário "Reminiscência em Prosa e Versos", o vídeo conta um pouco da história de Rogaciano Leite. Um trabalho inédito, um curta-metragem de aproximadamente 23 minutos e que conta com a participação de familiares, admiradores e amigos contemporâneos do Poeta, entre eles está o escritor Ariano Suassuna, que junto com Rogaciano, na década de 40, foi responsável pela realização do I Congresso de Cantadores Repentistas do Brasil. 


Descrição: virgilio.jpg

Virgílio Wanderley Nepomuceno Agra - Cadeira 35

Alagoano de Santana do Ipanema, nasceu em---- filho de ------

Virgílio morou muitos anos em Paulo Afonso apoiando o comércio do pai, Jugurta Nepomuceno, que chegou a ser vice-prefeito deste município por 8 anos e explorando a caatinga e seus encantos com o grupo Kalango. Há anos que Virgílio mora em Maceió onde trabalha. Um dia ele teve a ideia de escrever “cartas em forma de crônicas ou crônicas em forma de cartas” e juntando os escritos publicou Saudações Caetés que, lançado no FLIPA organizado pela FASETE em Paulo Afonso foi muito bem aceito e despertou no jovem escritor ainda mais gosto pela produção literária em novas construções. Ocupa a cadeira Nº 35 da Academia de Letras de Paulo Afonso.

 

PATRONO – Severino de Andrade Silva (Zé da Luz)

Severino de Andrade Silva, mais conhecido como Zé da Luz, foi um alfaiate de profissão e poeta popular brasileiro. Publicava suas obras em forma de literatura de cordel. Nasceu em 29 de março de 1904 em Itabaiana/PB e faleceu em 12 de fevereiro de 1965 no Rio de Janeiro/RJ, aos 61 anos de idade. Escreveu os livros de poesias: Brasil cabôco e O sertão em carne e osso.

36 – Murilo Geraldo Siqueira de Brito - Cadeira 36

Nasceu no Distrito de Mimoso município de Pesqueira em 09 de agosto de 1950. Filho de Maria Cavalcanti de Brito  e Macário Siqueira de Brito. Aos três anos de idade fui trazido pelos meus pais para Paulo Afonso, onde o pai já se encontrava desde 1951, trabalhando nas obras da Chesf, como eletricista. Morou nas casas tipo "O" da Chesf, no grupo 25 casa 2, perto do posto de puericultura onde viveu a infância, adolescência e parte da adulta. Nos anos de 1969, 1970 e 1971, morou nos Estados de Pernambuco, Mato Grosso e São Paulo, por motivo de trabalho. Era bancário. Estudou do Curso Primário ao nível médio nas Escolas Reunidas da Chesf, Instituto Municipal de Educação Adauto Pereira de Souza (IMEAPS) e Colégio Sete de Setembro. Em 1978, por força das circunstâncias, fui obrigado a afastar-me fisicamente de Paulo Atualmente mora no Recife, mas mantém laços familiares e de amizade e eleitorais com o povo do município de Paulo Afonso.

Tem Licenciatura Plena em Letras, vários cursos técnicos, é músico, poeta cordelista e roteirista, piloto privado aéreo e náutico e habilidade como artista plástico.

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E-mail – murilogsbrito@hotmail

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Produção acadêmica/literária

Dentre os folhetos de cordel que escreveu, destacam-se:

O encontro de Pedro Félix com o espírito de Lampião; Belém de São Francisco e a calçada do Pai Zeca; Lembranças de Paulo Afonso; Abel Barbosa: uma história de amor e luta por Paulo Afonso

 

PATRONO – Luís da Câmara Cascudo

Descrição: Cadeira-35-Z-da-Luz.jpgNasceu em Natal/RN em 30 de dezembro de 1898 e faleceu em Natal/RN em 30 de julho de 1986. Foi um historiador, antropólogo, advogado e jornalista brasileiro. Câmara Cascudo passou toda a sua vida em Natal e dedicou-se ao estudo da cultura brasileira. Foi professor da Faculdade de Direito de Natal, hoje Curso de Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), cujo Instituto de Antropologia leva seu nome.

Pesquisador das manifestações culturais brasileiras, deixou uma extensa obra, inclusive o Dicionário do Folclore Brasileiro (1952). Entre seus muitos títulos destacam-se: Alma patrícia (1921), obra de estreia, e Contos tradicionais do Brasil (1946). Estudioso do período das invasões holandesas, publicou Geografia do Brasil holandês (1956). Suas memórias, O tempo e eu (1971), foram editadas postumamente.

Cascudo quase chegou a ser demitido de sua posição como professor por estudar figuras folclóricas como o lobisomem.

Em entrevista ao jornal "A Província", disse o seguinte acerca do seu interesse por história:

"Queria saber a história de todas as cousas do campo e da cidade. Convivência dos humildes, sábios, analfabetos, sabedores dos segredos do Mar das Estrelas, dos morros silenciosos. Assombrações. Mistérios. Jamais abandonei o caminho que leva ao encantamento do passado. Pesquisas. Indagações. Confidências que hoje não têm preço."

Começou o trabalho como jornalista aos 19 anos em "A Imprensa", de propriedade de seu pai, e depois passou pelo "A República" e o "Diário de Natal" - nos anos 1960 já havia publicado quase 2.000 textos.

O conjunto da obra de Luís da Câmara Cascudo é considerável em quantidade e qualidade. O autor escreveu 31 livros e 9 plaquetas sobre o folclore brasileiro.



Descrição: virgilio.jpg


Luiz Fernando Motta Nascimento nasceu em Serrinha (Bahia). 

Filho de Alfredo Hermínio Nascimento e de Maria Silvina Mota. 

Aos seis anos de idade acompanhou o seu pai, mestre eletricista, conhecido como Mestre Alfredo, que foi pioneiro da construção e operação da usina de Bananeiras (hoje submersa pelas águas do reservatório de Pedra do Cavalo) e das usinas de Paulo Afonso (incluindo a Usina Piloto). Mestre Alfredo se mudou para o Povoado Forquilha (hoje município de Paulo Afonso), onde estava sendo construída a Usina Piloto. Era o ano de 1946.

Estudou, em 1946, na primeira sala de aulas que foi improvisada onde hoje é o COPA. Depois, continuou os estudos em Serrinha e voltou para Paulo Afonso onde fez o curso do primeiro grau nas escolas da Chesf, em Paulo Afonso, o segundo grau no Colégio Antônio Vieira, em Salvador, e o superior na Escola Politécnica de Engenharia, em Salvador, e concluiu na Escola de Engenharia de Recife, formando-se como Engenheiro Eletricista.

Trabalhou na Chesf de janeiro de 1967 a março de 1992, em vários cargos, desde Estagiário de Engenharia até chegar ao cargo de diretor, duas vezes, na Chesf. Diretor de Suprimento e Diretor de Construção.

Foi Secretário de Planejamento de Salvador, de abril de 1998 a dezembro de 2004.

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Produção acadêmica/literária

Tem cursos de mestrado e de doutorado, este, defendido na Alemanha.

Realizou dezenas de trabalhos em sua área de atuação no Brasil e Japão, Suíça, Suécia, Holanda, Itália, Alemanha, França, México e Canadá.

Tem artigo publicado na Revista Italiana de Energia – Milão (Itália) sobre Pára-raios de Óxido de Zinco em conjunto com especialistas italianos.

Livro publicado:  Paulo Afonso: Luz e Força Movendo o Nordeste -EGBA/Chesf Salvador – Bahia – 1998

Participação na edição de livros

História da Energia Elétrica na Bahia - Escrito pelo Professor e Historiador Cid Teixeira - Salvador – Bahia – 2005 

Paulo Afonso I – imagens de uma epopéia - Editado pela Memória da Eletricidade - Rio de Janeiro – RJ – 2008 

Memória Viva – Energia Elétrica - Editado pela Via das Artes, São Paulo/ SP – 2013

 

PATRONO – Augusto de Carvalho Rodrigues dos Anjos - Poeta Brasileiro

Descrição: Cadeira-35-Z-da-Luz.jpg

Filho de Filho de Alexandre Rodrigues dos Anjos e de Córdula de Carvalho Rodrigues dos Anjos, nasceu no engenho "Pau d'Arco", na Paraíba, no dia 22 de abril de 1884 e faleceu em Leopoldina, Minas Gerais, no dia 12 de novembro de 1914, com apenas 30 anos.

Foi considerado um dos poetas barasileiros mais críticos de sua época.

Foi identificado como o mais importante poeta do pré-modernismo, embora revele em sua poesia, raízes do simbolismo, retratando o gosto pela morte, a angústia e o uso de metáforas.

Declarou-se "Cantor da poesia de tudo que é morto". Durante muito tempo foi ignorado pela crítica, que julgou seu vocabulário mórbido e vulgar. Sua obra poética, está resumida em um único livro "EU", publicado em 1912, e reeditado com o nome "Eu e Outros Poemas".

Infância e formação

Recebeu do pai, formado em Direito, as primeiras instruções. No ano de 1900, ingressou no Liceu Paraibano e nessa época compôs seu primeiro soneto, "Saudade".

Estudou na Faculdade de Direito do Recife entre 1903 e 1907. Formado em Direito, retornou para João Pessoa, capital da Paraíba, onde passou a lecionar Literatura Brasileira, em aulas particulares.

Professor e Poeta

Em 1908 foi nomeado para o cargo de professor do Liceu Paraibano, mas em 1910, foi afastado da função por se desentender com o governador. Nesse mesmo ano casa-se com Ester Fialho e muda-se para o Rio de Janeiro, depois que sua família vendeu o engenho Pau d'Arco.

No Rio de Janeiro, Augusto dos Anjos lecionou literatura em diversos cursinhos. Lecionou Geografia na Escola Normal, depois no Instituto de Educação e no Ginásio Nacional. Em 1911 foi nomeado professor de Geografia, no Colégio Pedro II. Durante esse período, publicou vários poemas em jornais e periódicos.

Sua Única Obra: “Eu”

Em 1912, Augusto dos Anjos publicou seu único livro "EU", com 58 poemas, que chocou pela agressividade do vocabulário e por sua obsessão pela morte.



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Murilo Geraldo Siqueira de Brito nasceu em 9 de agosto de 1950 no Distrito de Mimoso município de Pesqueira.  

Aos três anos de idade chegou a Paulo Afonso, trazido pelos seus pais, porque o pai já se encontrava desde 1951, trabalhando nas obras da Chesf, como eletricista.

Moravam em um quarto próximo ao chafariz dois, enquanto aguardavam uma moradia no acampamento da Chesf. Mais tarde fomos agraciados com uma casinha tipo "O" no grupo 25, casa 2, perto do posto de puericultura.

Minha infância, adolescência e parte da vida adulta foram ali vividas, com exceção dos anos

1969, 1970 e 1971, quando tive que me ausentar para o Estado de Pernambuco, Mato Grosso e São Paulo, por motivo de trabalho, o que depois se repetiu a partir de 1978 quando trabalhei na CHESF, CESP, CPFL, CEMAT, OPA, CONSTRUTORA MENDES JÚNIOR. COELBA, IBGE e BANCO DO BRASIL.

Escolaridade: do primário ao nível médio, nas Escolas Reunidas da Chesf, Instituto Municipal de Educação Adauto Pereira de Souza e Colégio Sete de Setembro, onde fez os cursos de Contabilidade e de Administração. O nível superior foi realizado na FAFOPA, de Arcoverde e CESVASF, de Belém do São Francisco onde concluiu o Curso de Licenciatura em Letras.

É membro da Academia de Letras de Paulo Afonso, ocupando a Cadeira Nº 36 que tem como Patrono Luiz da Câmara Cascudo.                       

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Produção acadêmica/literária:

Já atuou produzindo teatro e realizando filmes além de literatura de cordel, onde destaca os folhetos: O Encontro de Pedro Félix com o Espírito de Lampião; Lembranças de Paulo Afonso e Abel Barbosa – Uma História de Amor e Luta por Paulo Afonso.

Também pinta quadros e faz músicas, o que considera como hobbies.


PATRONO - Luiz da Câmara Cascudo - Folclorista brasileiro

Descrição: Cadeira-35-Z-da-Luz.jpg

Luís da Câmara Cascudo (1898-1986) foi um folclorista, historiador, professor e jornalista brasileiro. Foi um dos mais importantes pesquisadores das manifestações culturais brasileiras.

Nasceu em Natal, Rio Grande do Norte, no dia 30 de dezembro de 1898. Filho do coronel Francisco Justino de Oliveira Cascudo e de Ana Maria da Câmera Cascudo. Foi uma criança precoce e com seis anos já sabia ler. Foi aluno do Atheneu Norte Rio-grandense. Na sua juventude viveu na chácara Villa Cascudo, no bairro do Tirol, onde presenciava as reuniões literárias que eram realizadas em sua casa. Ingressou na Faculdade de Medicina da Bahia, mas não concluiu o curso.

Carreira de jornalista

Com 19 anos, Luís da Câmara Cascudo começou a trabalhar no jornal “A Imprensa”, de propriedade de seu pai, onde publicou sua primeira crônica “O Tempo e Eu”.

Primeiro livro

Em 1920, escreveu a introdução e as notas na antologia poética de Lourival Açucena, intitulada Versos Reunidos. Em 1921 publicou seu primeiro livro Alma Patrícia, um estudo crítico e bibliográfico de 18 escritores e poetas norte rio-grandense e outros radicados no Estado.

Formação

Entre 1924 e 1928 estudou na Faculdade de Direito da Universidade Federal de Pernambuco. No dia 21 de abril de 1929 casou-se com Dhália Freire, com quem teve dois filhos.

Em 1934 torna-se sócio correspondente do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Escreveu diversos artigos para as revistas publicadas pelo instituto. Durante vários anos foi colaborador dos periódicos A República e do Diário de Natal.

Dicionário do Folclore Brasileiro

Em 1941, Luís da Câmara Cascudo fundou a “Sociedade Brasileira de Folclore”. Em 1943 foi convidado pelo poeta Augusto Meyer, diretor do Instituto Nacional do Livro, para redigir o “Dicionário do Folclore Brasileiro”, publicado em 1954.

Professor

Entre os anos de 1950 e 1960 foi o responsável pela organização de diversas coletâneas de textos históricos etnográficos e sobre os mitos folclóricos brasileiros. Em 1961 assumiu o cargo de professor de Direito Internacional Público na Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

A Cozinha Africana no Brasil

Em 1963, durante uma viagem pela África, esteve em Angola, Guiné, Congo, São Tomé, Cabo Verde e Guiné-Bissau, quando coletou diversas informações que foram utilizadas para escrever os livros, “A Cozinha Africana no Brasil” (1964) e “História da Alimentação no Brasil”, pulicada em dois volumes em 1967 e 1968.

Luís da Câmara Cascudo faleceu em Natal, Rio Grande do Norte, no dia 30 de julho de 1986.

Obras de Luís da Câmara Cascudo

Vaqueiros e Cantadores: folclore poético do Sertão de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará (1939)

Antologia do Folclore Brasileiro (1943)

Geografia dos Mitos Brasileiros (1947)

Os Holandeses no Rio Grande do Norte (1949)

História do Rio Grande do Norte (1955)

Jangadas: Uma Pesquisa Etnográfica (1957)

Rede de Dormir (1959)

História da Republica no Rio Grande do Norte (1965)

Folclore do Brasil: Pesquisas e Notas (1967)

Coisas que o Povo Diz (1968)

A Vaquejada Nordestina e Suas Origens (1974)

Antologia da Alimentação no Brasil (1977)






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